Pra que se contentar em viver na mediocridade desse mundo se há chance de obter algo muito além, mais do melhor.
O dia passa e a noite chega e assim sucessivamente até o findar da vida. Por mais que exista busca e encontros por trabalho, posição social e ganhos financeiros ou afetivos a procura não cessa pelo simples fato da essência da busca ser maior que o objetivo dela.
O que determina a razão da investigação realizada ao longo da vida é o motivo que gera ação, ou seja, a motivação para iniciar tal jornada. Após anos e anos tudo tende a um fim ou então a uma continuação por meio de seus descendentes. Enfim, resta o que você fez em favor dos outros, pois ou enterra sua história e seus bens junto a ti ou passa isso adiante em favor dos que se beneficiarão desses aspectos.
Antes de todos os bens e conseqüências que alguém pode gerar estará sempre o seu nome. As riquezas de fulano, as ações de fulano e por mais que se estenda a lista, o nome do agente histórico permanecerá fundamental e acima dessas coisas; porque entendendo o agente em questão pode-se traçar um estudo mais amplo e melhor sobre suas conquistas e seus legados.
Em suma: “vale mais ter um bom nome do que muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a riqueza e o ouro”. Provérbios 22:1
No decorrer da história muitos nomes foram engrandecidos, decorados ou esquecidos. Até mesmo na Bíblia há uma lista grandiosa com vários nomes representando famílias e gerações em Crônicas. Porém há uma distinção em 1 Crônicas 4:9e10: “E foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos; e sua mãe deu-lhe o nome de Jabez, dizendo: Porquanto com dores o dei à luz. Porque Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: Se me abençoares muitíssimo, e meus termos ampliares, e a tua mão for comigo, e fizeres que do mal não seja afligido! E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido”.
Jabez sendo o mais ilustre dos irmãos e tendo seu nome a frente do ocorrido pode ser exemplo de como abandonar a mediocridade e obter mais do melhor.
Na essência da narrativa do Jesus histórico está a provocante, constrangedora, subversiva e adimirável obstinação de que as coisas nunca mais serão as mesmas, não após a ressurreição.
Você é cristão? Conhece algum cristão ou evangélico? Muitos chamam os evangélicos de fanáticos.
Alguma vez você sentiu um vazio interior, mas não sabia como preenxer?
Um jovem resolveu contar sua jornada com Deus em um blog, eu achei bem interessante a idéia. Muito melhor é mostrar para as pessoas como é a vida de cristão do que só falar de cristianismo.
Conheça esse projeto de vida e se você achar que esse cara não sabe o que está fazendo eu te desafio a passar 40 dias com Deus, fale comigo e eu te darei as coordenadas de como fazer isso. Eu tenho absoluta certeza que em 40 dias você não só mudará de idéia como vai me agradecer.
Deixa Deus falar ao seu coração e aceite o desafio de fazer uma jornada com Jesus
Nesse momento estou em Brasília/DF, junto com a Ellen, visitando a Evelyn e Gazeta. Como não conseguiria acessar o blog periodicamente, programei no dia 23/08/09 essa publicação.
Segue um vídeo que eu fiz o roteiro e a narração sobre a interessante história de um irmão que guardava o dízimo no forno, e em um certo dia acabou esquecendo isso. Veja e depois escreva aqui nos comentários.
Dica Geral:
Época de namoro, dizem, é um tempo em que se vive com os olhos vendados, os ouvido surdos e o cérebro travado. Evite cair nesse rótulo tomando atitudes sérias desde o início. Haja com honestidade.
Fernando disse e reafirmou à Cássia, de 15 anos, que a amava, e que estariam juntos para sempre. Dias depois Fernando terminou tudo com Cássia e passou a sorrir com interesse para Ângela. Cássia, desapontada, não sabe como vai encarar o Fernando ao vê-lo no colégio.
Este episódio e centenas de variantes dele acontecem entre os adolescentes todos os dias, às vezes com resultados trágicos. E a idade para ter namorada ou namorado é cada vez mais baixa.
Não é incomum ouvir conversas de crianças pequenas, de 7 ou 8 anos, sobre “meu namorado ou minha namorada”. É certo que fisicamente eles não irão muito longe em um encontro, no entanto falam de alguém como sendo sua propriedade.
Namoro de passatempo como conhecemos hoje, não existia como forma normal de relacionamento. Foi a partir das primeiras décadas de 1900 que foi se tornando cada vez mais comum.
Hoje, muitos adolescentes caem de cabeça nesse tipo de namoro às cegas e sem nenhuma orientação e, assim, nem pensam em regras de segurança para o bem do seu relacionamento. Muito cedo descobrem que há mais responsabilidades do que poderiam imaginar.
Um bom planejamento para seus encontros fará a diferença em seus relacionamentos. Isto pode parecer nada romântico, mas se você não estabelecer guias e limites para si mesmo, facilmente estará metido numa situação que comprometerá seus valores e crenças.
Antes de sair para os encontros, os namorados devem conhecer claramente o limite dentro do qual irão se relacionar. A comunicação desde o início da paquera é muito importante. Devem falar francamente acerca do que cada um espera do outro.
É importante pensar e escolher de antemão o que fazer quando estiver em uma situação difícil. Se a decisão foi de somente dar as mãos, permaneçam aí e não mudem as regras no meio do jogo. Descubram maneiras de evitar que o envolvimento vá se tornando demasiado íntimo.
Uma boa medida preventiva é participarem de atividades junto com um grupo, assim não serão tentados a exagerar nos carinhos e beijos. Por isso, o planejamento do encontro sobre o que farão ou que atividades realizarão, tem seu valor. Ao fazerem assim, haverá muito menor possibilidade de passarem por situações desconcertantes.
O bom-senso de estabelecer limites para a aproximação física no namoro deve ser bem considerado, levando em conta que ao transpor cada limite, emoções e desejos físicos mais fortes são incitados, e o resultado é que o casal acabará perdendo o controle e se envolvendo em um relacionamento sexual prematuro.
Como jovem adventista você deve escolher namorar alguém que tenha sua mesma crença. Facilmente haverá comprometimento dos princípios cristãos quando suas emoções puxam para um lado e sua razão para o outro.
Comunique seus planos aos seus pais, contando-lhes sobre o tempo que estão passando juntos. Pergunte, tire suas dúvidas para evitar erros. Os adultos percebem algumas coisas das quais os adolescentes não se dão conta. Observe os erros dos outros e aprenda para não cair no mesmo engano que eles.
Quando lemos sobre o ponto de vista bíblico acerca do contato físico entre um homem e uma mulher, vemos que é descrito sempre dentro do quadro do casamento. No seu livro Namoro Cristão Versus Namoro de Passa Tempo, o autor Jim Est escreve, “Primeiro Coríntios 7:1 reconhece só uma espécie de toque: o toque sexual”.
A grande pergunta é: um toque afetuoso demonstrado num namoro de passa tempo é sexual ou não sexual? Pelos ensinos das Escrituras há o toque do ósculo santo (ou o toque de mãos para cumprimentos sociais), e que todos os outros toques afetuosos expressos entre um homem e uma mulher, são por definição “toques sexuais”. Essa é a maneira como a Bíblia usa o termo “toque”. (Para confirmar leia Gênesis 20: 4, 6; Rute 2: 9; Provérbios 6: 29).
Por certo nos lembraremos na próxima vez que virmos um casal de namorados se tocando, que tais toques são sexuais. Claro que não é o ato sexual consumado, mas nem por isso deixam de ser classificados como toques sexuais, e que são estes que conduzem os namorados a maiores liberdades.
Lembre-se sempre de que, se a pessoa com quem você namora quer avançar muito na aproximação física ou se torna abusiva com você de um modo ou outro, fique esperto(a) e caia fora.
Não é seguro namorar alguém que não lhe respeita. Hoje em dia os adolescentes precisam tomar cuidado especial com seus relacionamentos para evitar estupro, seqüestro, abusos e violência, drogas, doenças, e gravidez.
Como cada dia aumentam estas coisas negativas, há muitos adolescentes imaginando se há melhores alternativas para seus relacionamentos de namoro.
De acordo com o autor Joshua Harris e de um crescente número de jovens ativistas, há uma outra opção para os encontros de namoro.
No seu livro “Eu Disse Adeus aos Namoros de Passa Tempo”, Harris escreve sobre encarar os relacionamentos com uma atitude totalmente nova a qual se projeta para uma corte que perdure para a vida. Ele apresenta várias conclusões.
A primeira delas é: “Cada relacionamento é uma oportunidade para demonstrar o amor de Cristo”. Em outras palavras, as pessoas com as quais nos relacionamos perceberão que seguimos a Cristo pela maneira como nós as tratamos.
A segunda é a seguinte: “Meu tempo de solteiro(a) é um presente de Deus”. Podemos estar contentes, pois Deus tem um plano para nossa vida.
A terceira é: “Intimidade é a recompensa do compromisso – não preciso buscar um relacionamento romântico antes de estar pronto para o casamento”.
Quando estivermos prontos para assumir o casamento com todas as suas responsabilidades, temos o direito de desfrutar da intimidade que vem com esse compromisso.
A quarta é: “Não me é permitido possuir alguém fora do casamento”. Mesmo não havendo união física com a pessoa, pode haver uma união emocional ou espiritual. Isto não é saudável para nenhuma das partes envolvidas em um namoro casual.
Por último: “Evitarei situações que possam comprometer a pureza do meu corpo e da minha mente”. A virgindade é mais do que um estado externo de pureza. Existe a virgindade da mente também. Se adotarmos o costume de envolver-nos emocional e romanticamente com outra pessoa que não o cônjuge, estamos roubando a pureza que Deus deseja para o relacionamento marital.
Tomemos o exemplo que o autor Harris descreve em seu livro “Eu Disse Adeus aos Namoros de Passa Tempo”, na página 46:
“Finalmente chegou o dia do casamento de Ana, pelo qual ela sonhara e planejara durante meses. A pitoresca igrejinha estava lotada de parentes e amigos. A luz do sol brilhava através dos belos vitrais coloridos das janelas e a doce música do quarteto de cordas enchia o ar. Ana entrou pela ala central em direção ao altar onde Davi a esperava.
A alegria estava em seu semblante. Este era o momento mais esperado. Davi gentilmente tomou sua mão e a levou ao altar.
“Quando o ministro começou a parte dos votos matrimoniais o inesperado aconteceu. Uma moça surgiu do meio da congregação e, silenciosamente, caminhou para o altar e segurou a outra mão de Davi.
Uma outra se aproximou e ficou em pé ao lado da primeira, em seguida vieram outras e fizeram o mesmo. E logo se formou uma fila de seis moças de pé ao lado de Davi enquanto ele repetia seus votos de fidelidade a Ana.
Ana sentiu seus lábios tremerem enquanto lágrimas começaram a umedecer seus olhos. “Que tipo de piada é essa?” ela cochichou para Davi. “Eu sinto muito Ana …”, ele disse olhando para o chão.
“Que moças são essas Davi? O que está acontecendo?” Ela falou com veemência. “Elas são minhas ex-namoradas” ele respondeu temeroso. “Elas não significam nada para mim agora… mas, dei uma parte do meu coração para cada uma delas”.
“Pensei que seu coração fosse só meu” Ana replicou. “Ele é, ele é” Davi suplicou. “Tudo o que restou é seu”.
Uma lágrima rolou pela face de Ana. Então ela acordou.”
Ninguém gostaria de estar no lugar de Ana. No entanto, isto acontecerá com quem namora muitas pessoas.
Cada relacionamento romântico levará parte do seu coração. A depender do grau de envolvimento emocional que você tem com as diferentes pessoas com quem namora antes de se casar, não sobrará muito do seu coração para dar ao cônjuge.
Quando você confessa o seu amor a uma pessoa, facilmente se confundirá desejos físicos com o verdadeiro amor. No entanto, um e outro são bem diferentes.
Você sabe que não pretende se casar com a maioria das pessoas com quem namora. Esta é uma outra cilada do namoro de passa tempo. Esse tipo de namoro coloca-o em um relacionamento que a qualquer momento você poderá cair fora.
Muitas vezes este tipo de atitude é levado para o matrimônio. O casal pensa que se houver alguma dificuldade de entrosamento, eles poderão simplesmente obter o divórcio.
Hoje, entre os jovens adventistas, há um interesse cada vez maior em adotar outras opções para o namoro e o noivado que estejam de acordo com os ensinos bíblicos. Você poderá conhecer rapazes e moças que estão adotando estes princípios, nos lares e nas igrejas.
Dessa forma o jovem se livra da pressão e expectativa dos outros para encontrar logo seu par. Então, ao se sentir pronto para assumir um compromisso de amor para a vida estará apto a ofertar seu coração inteiro para a pessoa escolhida. Assim a vida a dois começará livre da bagagem de envolvimentos emocionais prévios.
O namoro mais bem- sucedido é aquele baseado em um consenso entre o jovem e seus pais, ou um outro casal cristão em quem se confia. Antes porém, entregue a Deus em oração seus desejos e intenções.
Leia também livros e artigos acerca de namoro, noivado e casamento. Esteja confiante! Deus não espera que você se case com uma pessoa a quem não ama.
O apóstolo Paulo escreveu acerca do amor e relacionamentos em Filipenses 1: 9 e 10. “Minha oração por vocês é que cada vez mais vocês transbordem de amor pelos outros e que, ao mesmo tempo, continuem a crescer em conhecimento e compreensão espiritual, pois eu desejo que vocês sempre vejam com toda clareza a diferença entre o certo e o errado, e que sejam intimamente puros…”. (Bíblia Viva)
Talvez você esteja pensando: “Como me casarei algum dia se não namoro? De que forma encontrarei aquela pessoa que Deus quer que eu me case?” Essa não deve ser sua preocupação.
Lembre-se de que não existe no mundo uma pessoa perfeita para você. Em contrapartida existem pessoas maravilhosas que poderão ser um esposo/esposa cheio de amor e dedicação.
Um relacionamento satisfatório não é resultado do acaso ou do destino, e sim do esforço conjunto por parte das duas pessoas comprometidas e ambas submissas a vontade de Deus.
Leia essa meditação, onde o PR. JOSÉ CARLOS EBLING fala sobre namoro cristão
Deus Escolhe uma Pessoa em Particular e nos Dirige até que a Encontremos?
Deus já tem uma pessoa escolhida para mim; não preciso me preocupar. A pessoa com quem me casarei será com certeza a ideal, escolhida por Deus.”
Já pensou? Se Deus realmente tivesse uma única pessoa para casar conosco, a primeira pessoa pela qual nos apaixonássemos poderia ser considerada a pessoa certa. Além disso, ninguém precisaria seguir orientações divinas quanto à escolha de um cônjuge que lhe trouxesse felicidade.
Tenho percebido essa posição entre cristãos sinceros e até já ouvi isso ser defendido em público. Porém, esse conceito vem de uma má compreensão teológica. Sendo assim, a resposta correta outra vez é não.
Alguns teólogos cristãos que acreditam na predestinação acabam aplicando esse princípio em todas as questões da vida, inclusive na do casamento.
Há livros sobre o ponto de vista bíblico e religioso que reforçam a idéia de que Deus tem “uma” pessoa “escolhida” para você. Mas a posição bíblica e de todos os que crêem no livre arbítrio é que Deus deixa você livre para escolher sua companhia para a vida. E se liberdade exige responsabilidade, nesse caso ela é muito maior, porque temos que escolher, e se não der certo, a responsabilidade é nossa. Não é a “cruz que Deus me deu para levar”, como alguns dizem.
Você que ainda não se casou, lembre-se disto. Não fique aí sentado esperando que Deus traga a pessoa e coloque-a na sua frente. Isso não vai acontecer. Penso que Deus tem algo a ver com um bom casamento, com a formação de um bom lar.
Mas, qual exatamente é a relação entre Deus e a formação de um lar, já que ele não manda alguém pelo correio? O que fazer? Devemos falar com Ele, mas falar o quê? As pessoas geralmente costumam pedir para que Ele envie a “pessoa” certa. Será isso que devemos pedir? E se houver algum engano ou precipitação, e fizermos um casamento errado, quem seria o culpado?
Parece complicado, mas é bem simples. Devemos pedir sabedoria, muita sabedoria para escolher certo, e não que Ele ponha a pessoa certa na nossa frente.
Mas, o que dizer da experiência de Isaque, relatada na Bíblia, em Gênesis 24? Não é este um exemplo seguro? O servo de Abraão pediu um sinal, e o sinal apareceu, mostrando a pessoa certa.
Realmente é uma experiência bonita. Mas, depois você vê que o casamento de Isaque foi um casamento um tanto curioso. A própria esposa de Isaque, não foi das mais leais. Conhecemos a história.
Eu entendo esse episódio da seguinte forma: Primeiro, Isaque não teve participação na escolha da esposa. O pai era o responsável. No contexto histórico da época, o indivíduo que se casava não tinha a mínima liberdade de decisão. Tanto é que um servo do pai foi escolher a pessoa.
Por ser assim, a única maneira de haver condições para uma boa escolha, por parte deste servo que não sabia o que fazer, não sabia como escolher, e foi buscar uma pessoa em um lugar diferente, distante, e de uma cultura desconhecida, era pedir que Deus o ajudasse a encontrar a pessoa certa. Creio que esse tipo de pedido podemos fazer, não para encontrar a pessoa certa, mas para ter sabedoria capaz de reconhecer a pessoa certa.
Acredito que exista mais de uma pessoa certa, e o que nos cabe é escolher alguém utilizando os critérios dados por Deus. Se Deus escolhesse por nós, não precisaríamos de todas as orientações publicadas por escritores cristãos, nem das fornecidas por líderes religiosos, nem das sugestões sobre como encontrar um cônjuge que traga e promova felicidade no lar; elas seriam desnecessárias porque não precisaríamos fazer uso desses conhecimentos.
De qualquer forma, devemos pedir a Deus sabedoria para escolher acertadamente. E agora você pergunta: “Eu gostaria de casar com a pessoa que seja da vontade de Deus, mas como é que vou saber qual é a vontade de Deus?”
A Bíblia fala alguma coisa sobre isso, dá algumas instruções quanto à vontade de Deus, mas não diz o nome da pessoa. A vontade de Deus é que você case com uma pessoa compatível com você em crenças e ideais, que promova sua felicidade e aumente a própria felicidade através de você.
Você pode ter três pessoas em mente que parecem exatamente pessoas ideais, e não saber qual das três escolher. Muitas vezes acontece isso, outras vezes falta alguém, não há nenhuma pessoa em vista. Como saber a vontade de Deus?
A experiente escritora Ellen White, em um de seus livros, apresenta cinco itens pelos quais se pode saber a vontade de Deus, ou seja, formas pelas quais Deus nos revela a Sua vontade. Elas podem ser úteis a você:
1. Através de Sua Palavra. Alguns princípios básicos nos possibilitam saber qual é a vontade dEle, de modo geral, Pela Palavra de Deus. Você não vai encontrar na Bíblia o nome da pessoa, nem o bairro em que mora. Mas todos aqueles que fizerem uso da Bíblia saberão quais as qualidades que se deve buscar na pessoa com quem se pretende casar. Leia Provérbios 12.
Algumas das boas características que devem existir na pessoa ideal, e também em você, por motivo óbvio, estão relatadas nesse capítulo.
Por exemplo: bondade (v2), honestidade (v3), sinceridade (v5) proferir palavras bondosas e corretas (v6), ser compreensivo (v8), humilde e trabalhador (v.9), falar a verdade (v. 17-19), entre outras.
Em Provérbios 31:10 a 31 aparecem as características da esposa ideal. Pegue a sua Bíblia e confira. Vale a pena! Leia também II Coríntios 6:14, também outros versos que já conheça, e note os conselhos de Deus: “…Não se juntem com os descrentes para trabalhar com eles… Como é que o certo e o errado podem ser companheiros?… Como podem viver juntas a luz e a escuridão?… Como podem Cristo e o Diabo estar de acordo?… O que é que um cristão e um descrente têm em comum?…”
2. Através das impressões do Espírito Santo, pela oração. Se orarmos, vamos começar a desenvolver certas convicções a respeito do assunto. Ellen White diz que se alguém ora duas vezes antes de pretender casar-se, deve orar quatro ao planejar dar esse importante passo. Orando, o Espírito de Deus há de mostrar Sua vontade e dar certas convicções a respeito do assunto.
3. Conselhos de amigos cristãos. Isso é interessante! Até eu me surpreendi quando li isso pela primeira vez. A idéia é esta: Deus se revela através dos conselhos de amigos cristãos.
Essa é uma das razões para que a Igreja, como comunidade cristã, seja considerada a família de Deus na Terra. As pessoas fiéis podem ajudar os amigos. Deus dá sabedoria a essas pessoas, para servirem em determinadas coisas.
Às vezes estamos tão envolvidos emocionalmente que não sabemos qual é a decisão mais acertada. Se conversarmos com um e outro que está mais distante e tem uma perspectiva melhor e maior do assunto, podemos ouvir: “Sabe, parece que aquela pessoa, pelo que percebo, combina mais com você.” Quando isso ocorre, Deus está revelando Sua vontade.
No livro “Só Para Jovens”, a autora sugere que os jovens procurem conselhos dos pais cristãos. Estes são os amigos cristãos: os pais, professores, pessoas da Igreja, colegas, companheiros que sejam tementes a Deus. Deus revela Sua vontade através dessas pessoas.
4. Através das Circunstâncias. Curioso isso também, mas Deus revela a Sua vontade através das circunstâncias. Ele abre certas portas, fecha outras, e você vai percebendo que a vontade de Deus está se dirigindo nesse sentido.
Se todos estes itens concordarem entre si, vá em frente, seguro de que é a vontade de Deus.
5. Querer fazer a vontade de Deus, seja ela qual for. Eu considero como o principal item, porque é uma condição sem a qual os demais não podem funcionar. Deus não nos revela a Sua vontade apenas para satisfazer nossa curiosidade, ainda mais se não estamos dispostos a obedecê-la.
Quando pedimos a Deus que faça ou que nos mostre qual é a Sua vontade, Ele só pode atender se estivermos dispostos a cumpri-la, seja qual for.
Ah, por que o processo de sortear o nome da pessoa, ou lançar sorte para saber como devemos agir, não funciona? É simples: tem gente que nunca sabe o que fazer; se compram este ou aquele carro, esta ou aquela casa; se casam com esta ou aquela pessoa… e, como que fugindo da responsabilidade de decidir, usam o sistema de sorteio. Isso não dá certo porque Deus tem um outro esquema de trabalho, bem diferente de jogo ou de sorte.
Ellen White, numa inspirada carta de 19 de Fevereiro de 1900, a chamada carta 19, já comentou sobre isso. Alguns membros da Igreja estavam querendo eleger os seus lideres por sorteio.
Se Deus revelasse Sua vontade através de sorteios, seria fácil resolver os problemas da escolha de lideres da Igreja Cristã. Poderíamos colocar os nomes dos candidatos dentro de um chapéu, e pronto. Estaria resolvido o problema.
Mas Ellen White disse que “Não é assim que Deus trabalha.” Sabe o que mais? “Satanás atua e revela a vontade dele em vez da vontade de Deus.” Podemos tirar justamente o papelzinho errado.
Se usarmos as dicas do sistema divino seremos bem sucedidos na escolha do companheiro para a vida sem esperar que Deus determine a pessoa exata.
PR. JOSÉ CARLOS EBLING
Doutor em Educação Religiosa e Aconselhamento Matrimonial pela Andrews University. Professor universitário e conselheiro matrimonial no UNASP – campus Engenheiro Coelho, SP. Autor dos livros : Namoro No Escuro, Mosaico Do Amor, Amigos Para Sempre, Sentido Único, Saúde No Relacionamento Familiar, Depressão : Você Não Está Sozinho, Perdas e Danos. Casado com Nair Ebling Coordenadora da Extensão Universitária do Unasp – Campus II e autora de diversos livros Didáticos publicados pela CPB.