Archive for the ‘estudos’ Category

Você acredita no fim do mundo?

Querido amigo como tem sido sua semana, corrida ou tranquila? A minha está um pouco corrida, essa semana tirei para passar mais tempo estudando as boas novas de Deus, tem sido muito bom. Decidi passar esses dias sem orkut, facebook, msn, etc.. confesso que é bem difícil, mas é bom. Decidi também controlar as músicas que eu ouço.

Quero falar algo muito especial hoje e desejo que você preste bem atenção, é um assunto sério.

Faz alguns dias eu assisti um testemunho no youtube, um certo homem se converteu, até aí tudo bem, o problema começa quando esse cara resolve falar de Deus.

Na Bíblia em Mateus 24 verso 24 diz

“porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, sepossível, os próprios eleitos.”

Amigo preste BEM ATENÇÂO:

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.”

Mateus 7 verso 21

Estamos num momento muito importante, de agora em diante, muitos problemas surgiram, terremotos, chuvas horríveis, terror para todo lado, veja que a palavra de Deus já nos alertava sobre isso.

Em Marcos 13 do verso 7 ao 8

“Quando, porém, ouvirdes falar de guerras e rumores de guerras, não vos assusteis; é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim.

Porque se levantará nação contra nação, e reino, contra reino. Haverá terremotos em vários lugares e também fomes. Estas coisas são o princípio das dores.”

Não quero assustar ninguém com esse post, minha intenção é somente alertá-los. Esses sinais ficarão cada vez mais fortes, à cada dia, e já está acontecendo é só você fazer uma pesquisa sobre a quantidade de terremotos em 1990 e hoje em dia.

Jesus está voltando quer você acredite ou não.

O que você precisa fazer sobre isso? Amigo, leia a Bíblia, leia a Bíblia, faça oração, e leia a Bíblia, peça ajuda à Deus para entender sua Palavra. Procure mudar seus hábitos alimentares, precisamos ter a mente sempre “clara”, se você usa qualquer coisa que atrapalha seu raciocínio deixe, se esforce para entender melhor os ensinamentos de Deus.

Se você ficar só ouvindo o que os outros dizem, você pode acabar sendo enganado por alguém que se diz cristão. Hoje farei uma oração por todos que estiverem lendo esse post, para que o Espírito Santo toque seus corações.

É muito importante que você busque o conhecimento e não somente fique esperando de braços cruzados, caso você seja uma pessoa que estuda a Bíblia, ajude outras pessoas à conhecerem também, mande e-mails, faça o que estiver ao seu alcance.

Jesus está voltando.

CAMINHOS de Fidelidade

Mais um vídeo da série Caminhos com Pastor Elias Brenha. Esse é o primeiro culto, dessa semana de oração espetacular.

Watch live streaming video from bokajovem at livestream.com

Caminhos Perigosos

Oh pessoal estou disponibilizando uma série de vídeos da semana de oração com pastor Elias Brenha.

Série Caminhos – 18.7.10 Dom. Caminhos Perigosos from Boka Jovem on Vimeo.

MAIZA CORRETA MOTIVACAO PARTE 1

Série Apocalipse, Medo ou Esperança? – Palestra sobre o livro do Apocalipse – Como entender o livro Bíblico Apocalipse – Profecias do Apocalipse -

Semana de oração Aovivo – Boka Jovem

Semana de oração Boka Jovem assista aovivo a semana de oração do Boka Jovem, todas as noites, com Pr. Elias Brenha.

Apocalipse, Medo ou Esperança? Maiza Dias Ribeiro

Apocalipse, Medo ou Esperança? Maiza Dias Ribeiro, ela esteve na nossa igreja esse fim de semana, foi uma benção, muito bom mesmo.

Assista e aproveite para conhecer um pouco mais de Jesus.

Eu colocarei aos poucos os vídeos que eu achei no youtube, eu não tenho os vídeos. Caso você queira adquirir mais vídeos dela, fale conosco, pois nem todos estão no youtube, o ministério dela é muito lindo, ela mantém o ministério através da venda dos DVDs, você não é obrigado a comprar nada, não me entenda mal, só se sentir vontade.
São 20 dvd’s com estudos Bíblicos.

A Arqueologia e a Bíblia, inimigas ou aliadas?

O Programa de televisão “Evidências” apresentado por Dr.Rodrigo P. Silva, procura comprovar a Historicidade da Bíblia Sagrada através da arqueologia.
O Dr.Rodrigo P. Silva é Doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Católica de Teologia N.S.Assunção/SP, com Pós Doutorado em arqueologia bíblica pela Andrews University (EUA). Participou de escavações em Israel, Espanha, Sudão e Jordânia.

As Três Mensagens Angelicas

As Três Mensagens Angelicas – As Revelacoes do Santuario – Pr. Neumoel Stina. Assista esse estudo bíblico e aprenda mais sobre a palavra de Deus.

link: http://vodpod.com/watch/3392390-13-as-tres-mensagens-angelicas-as-revelacoes-do-santuario-pr-neumoel-stina#

Primeira Visão de Ellen White

Esta visão foi dada logo depois do grande desapontamento de 1.844, e foi pela primeira vez publicada em 1.846. Apenas poucos dos eventos do futuros foram vistos nessa ocasião. Visões posteriores foram mais completas.
Sendo que Deus me tem mostrado as jornadas do povo do advento para a Santa Cidade e a rica recompensa a ser dada aos que aguardarem o seu Senhor quando voltar de Suas bodas, pode ser de meu dever dar-vos um breve esboço do que Deus me tem revelado. Os queridos santos têm de passar através de muitas provas. Mas a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação – enquanto não olhamos para as coisas visíveis, pois as coisas visíveis são temporárias, mas as invisíveis são eternas. Tenho procurado apresentar um bom relatório e algumas uvas da Canaã Celestial, pelo qual muitos me apedrejariam, da mesma forma como a congregação desejou apedrejar Calebe de Josué por seu relatório. (Núm. 14:10). Mas eu vos declaro, meus irmãos e irmãs no Senhor, que esta é uma terra muito boa, e devemos subir para possuí-la.
Estava em Portland, em visita à Sra. Haines, irmã em Cristo, cujo coração estava enlaçado ao meu. Cinco de nós, todas mulheres, estávamos ajoelhadas silenciosamente no culto da família. Enquanto estávamos orando, o poder de Deus me sobreveio como nunca o havia sentido antes.
O Espírito Santo me sobreveio, e parecia estar cercada de luz, e pareceu-me estar subindo mais e mais alto da escura Terra. Voltei-me para ver o povo do advento no mundo, mas não o pude achar, quando uma voz me disse: “Olha novamente, e olha um pouco mais para cima.” Com isto olhei mais para o alto e vi um caminho reto e estreito, levantado em lugar elevado do mundo. O povo do advento estava nesse caminho, a viajar para a cidade que se achava na sua extremidade mais afastada. Tinham uma luz brilhante colocada por trás deles no começo do caminho, a qual um anjo me disse ser o “clamor da meia-noite” Mat. 25:6. Essa luz brilhava em toda extensão do caminho, e proporcionava claridade para seus pés, para que assim não tropeçassem. Se conservavam o olhar fixo em Jesus, que Se achava precisamente diante deles, guiando-os para a cidade, estavam seguros. Mas logo alguns ficaram cansados, e disseram que a cidade estava muito longe e esperavam nela Ter entrado antes. Então Jesus os animava, levantando Seu glorioso braço direito, e de Seu braço saía uma luz que incidia sobre o povo do advento, e eles clamavam: “Aleluia!” Outros temerariamente negavam a existência da luz atrás deles e diziam que não fora Deus quem os guiara tão longe. A luz atrás deles desaparecia, deixando-lhes os pés em densas trevas; de modo que tropeçavam e, perdendo de vista o sinal e a Jesus, caíam do caminho para baixo, no mundo tenebroso e ímpio.
Logo ouvimos a voz de Deus, semelhante a muitas águas, a qual nos anunciou o dia e a hora da vinda de Jesus. Os santos vivos, em número de 144.000, reconheceram e entenderam a voz, ao passo que os ímpios julgaram fosse um trovão ou terremoto. Ao declarar Deus a hora, verteu sobre nós o Espírito Santo, e nosso rosto brilhou com o esplendor da glória de Deus, como aconteceu com Moisés, na descida do monte Sinai.
Os 144.00 estavam todos sendo selados e perfeitamente unidos. Em sua testa estava escrito: “Deus, Nova Jerusalém”, e tinham uma estrela gloriosa que continha o novo nome de Jesus. Por causa de nosso estado feliz e santo, os ímpios enraiveceram-se e arremeteram violentamente para alcançar mão de nós, a fim de lançar-nos à prisão, quando estendemos a mão em nome do Senhor e eles caíram inermes ao chão. Foi então que a sinagoga de Satanás conheceu que Deus nos havia amado a nós, que lavávamos os pés uns aos outros e saudávamos os irmão com ósculo santo; e adoraram a nossos pés.
Logo nossos olhares foram dirigidos ao oriente, pois aparecera uma nuvenzinha aproximadamente do tamanho da metade da mão de homem, a qual todos nós soubemos ser o sinal do Filho do homem. Todos nós em silêncio solene olhávamos a nuvem que se aproximava e se tornava mais e mais clara e esplendente, até converter-se numa grande nuvem branca. A parte inferior tinha aparência de fogo; o arco-íris estava sobre a nuvem, enquanto em redor dela se achavam dez milhares de anjos, entoando um cântico agradabilíssimo; e sobre ela estava sentado o Filho do homem. Os cabelos, brancos e anelados, caíam-Lhe sobre os ombros; e sobre a cabeça tinha muitas coroas. Os pés tinham a aparência de fogo; em Sua destra trazia uma foice aguda e na mão esquerda, uma trombeta de prata.
Seus olhos eram como chamas de fogo, que profundamente penetravam Seus filhos. Todos os rostos empalideceram; e o daqueles a quem Deus havia rejeitado se tornaram negros. Todos nós exclamamos então: “Quem poderá estar em pé? Estão as minhas vestes sem mancha?” Então os anjos cessaram de cantar, e houve algum tempo de terrível silêncio, quando Jesus falou: “Aqueles que têm mãos limpas e coração puro serão capazes de estar em pé; Minha graça vos basta.” Com isto nos iluminou o rosto e encheu de alegria o coração. E os anjos tocaram mais fortemente e tornaram a cantar, enquanto a nuvem mais se aproximava da Terra.
Então a trombeta de prata de Jesus soou, ao descer Ele sobre a nuvem, envolto em labaredas de fogo. Olhou para as sepulturas dos santos que dormiam, ergueu então os olhos e mão ao céu, e exclamou: “Despertai! despertai! Despertai, vós que dormis no pó, e levantai-vos!” Houve um forte terremoto. As sepulturas se abriram, e os mortos saíram revestidos de imortalidade. Os 144.00 clamaram “Aleluia!”, quando reconheceram os amigos que deles tinham sido separados pela morte, e no mesmo instante fomos transformados e arrebatados juntamente com eles para encontrar o Senhor nos ares.
Todos nós entramos na nuvem, e estivemos sete dias ascendendo para o mar de vidro, aonde Jesus trouxe as coroas, e com Sua própria destra as colocou sobre nossa cabeça. Deu-nos harpas de ouro e palmas de vitória. Ali, sobre o mar de vidro, os 144.000 ficaram em quadrado perfeito. Alguns deles tinham coroas muito brilhantes; outros não tanto. Algumas coroas pareciam repletas de estrelas, ao passo que outras tinham poucas. Todos estavam perfeitamente satisfeitos com sua coroa. E todos estavam vestidos com um glorioso manto branco, dos ombros aos pés. Havia anjos de todos os lados em redor de nós quando caminhávamos sobre o mar de vidro em direção à porta da cidade. Jesus levantou o potente e glorioso braço, segurou o portal de pérolas, fê-lo girar sobre seis luzentes gonzos, e nos disse: “Lavastes vossas vestes em Meu sangue, permanecestes firmes pela Minha verdade; entrai.” Todos entramos e sentíamos Ter perfeito direito à cidade.
Ali vimos a árvore da vida e o trono de Deus. Do trono provinha um rio puro de água, e de cada lado do rio estava a árvore da vida. De um lado do rio havia um tronco da árvore, e do outro lado outro, ambos de ouro puro e transparente. A principio pensei que via duas árvores. Olhei outra vez e vi que elas se uniam em cima numa só árvore. Assim estava a árvore da vida em ambos os lados do rio da vida. Seus ramos curvavam-se até o lugar em que nos achávamos, e seu fruto era esplêndido; tinha o aspecto de ouro, de mistura com prata.
Todos nós fomos debaixo da árvore, e sentamo-nos para contemplar o encanto daquele lugar, quando os irmãos Fitch e Stockman, que tinham pregado o evangelho do reino, e a quem Deus depusera na sepultura para os salvar, se achegaram a nós e nos perguntaram o que acontecera enquanto eles haviam dormido. Tentamos lembrar nossas maiores provações, mas pareciam tão pequenas em comparação com o peso eterno de glória mui excelente que nos rodeava, que nada pudemos dizer-lhes, e todos exclamamos – “Aleluia! É muito fácil alcançar o Céu!”- e tangemos nossas gloriosas harpas e fizemos com que as arcadas do Céu reboassem.
Com Jesus à nossa frente, descemos todos da cidade para a Terra, sobre uma grande e íngreme montanha que, incapaz de suportar a Jesus sobre si, partiu-se em duas, formando uma grande planície. Olhamos então para cima e vimos a grande cidade, com doze fundamentos, e doze portas, três de cada lado, e um anjo em cada porta. Todos exclamamos: “A cidade, a grande cidade, vem, vem de Deus descendo do Céu”; e ela veio e se pôs no lugar em que nos achávamos. Pusemos então a observar as coisas gloriosas fora da cidade. Vi ali casas belíssimas, que tinham a aparência de prata, apoiadas por quatro colunas marchetadas de pérolas preciosas, muito agradáveis à vista. Destinavam-se à habitação dos santos. Em cada uma havia uma prateleira de ouro. Vi muitos dos santos entrarem nas casas, tirarem sua coroa resplandecente, e pô-la na prateleira, saindo então para o campo ao lado das casas, para lidar com a terra; não como temos de fazer aqui, não, absolutamente. Uma gloriosa luz resplandecia em redor da cabeça, e estavam continuamente louvando a Deus.
Vi outro campo repleto de todas as espécies de flores; e, quando as apanhei, exclamei: “Elas nunca murcharão.” Em seguida vi um campo de relva alta, cujo belíssimo aspecto causava admiração; era uma vegetação viva, e tinha reflexos de prata e ouro quando magnificamente se agitava para glória do Rei Jesus. Entramos, então, num campo cheio de todas as espécies de animais: o leão, o cordeiro, o leopardo, e lobo, todos juntos em perfeita união. Passamos pelo meio deles, e pacificamente nos acompanharam. Dali entramos num bosque, não como os escuros bosques aqui temos, não, absolutamente, mas claro e por toda parte glorioso; os ramos das árvores agitavam-se de um para outro lado, e todos exclamamos: “Moraremos com segurança na solidão, e dormiremos nos bosques.” Atravessamos os bosques, pois estávamos a caminho do Monte Sião. No trajeto encontramos uma multidão que também contemplava as belezas do lugar. Notei a cor vermelha na borda de suas vestes, o brilho das coroas e a alvura puríssima dos vestidos. Quando os saudamos, perguntei a Jesus quem eram eles. Disse que eram mártires que por Ele haviam sidos mortos. Com eles estavam uma inumerável multidão de crianças que tinham também uma orla vermelha em suas vestes. O Monte Sião estava exatamente diante de nós, e sobre o monte um belo templo, em cujo redor havia sete outras montanhas, sobre as quais cresciam rosas e lírios. E vi as crianças subirem, ou, se o preferiam, fazer uso de suas pequenas asas e voar ao cimo das montanhas e apanhar flores que nunca murcharão. Para embelezar o lugar, havia em redor do templo todas as espécies de árvores; o buxo, o pinheiro, o cipreste, a oliveira, a murta, a romãzeira e a figueira, curvada ao peso de seus figos maduros, embelezavam aquele local. E quando estávamos para entrar no santo templo, Jesus levantou Sua bela voz e disse: “Somente os 144.00 entraram nesse lugar”, e nós exclamamos: “Aleluia!”
Esse templo era apoiado por sete colunas, todas de ouro transparente, engastadas de pérolas belíssimas. As maravilhosas coisas que ali vi, não as posso descrever. Oh! se me fosse dado falar a língua de Canaã, poderia então contar um pouco das glórias do mundo melhor. Vi lá mesas de pedra, em que estavam gravados com letras de ouro os nomes dos 144.000. Depois de contemplar a beleza do templo, saímos, e Jesus nos deixou e foi à cidade. Logo Lhe ouvimos de novo a delicada voz, dizendo: “Vinde, povo Meu; viestes da grande tribulação, e fizestes Minha vontade; sofrestes por Mim; vinde à ceia, pois Eu Me cingirei e nos servirei.” Nós exclamamos: “Aleluia! Glória!” e entramos na cidade. E vi uma mesa de pura prata: tinha muitos quilômetros de comprimento, contudo nossos olhares podiam alcançá-la toda. Vi o fruto da árvore da vida, o maná, amêndoas, figos, romãs, uvas e muitas outras espécies de frutas. Pedi a Jesus que me deixasse comer o fruto. Disse Ele: “Agora não. Os que comem do fruto deste lugar, não mais voltam à Terra. Mas, dentro em pouco, se fores fiel, não somente comerás do fruto da árvore da vida mas beberás também da água da fonte.” E disse: “Deves novamente voltar à Terra, e relatar a outros o que te revelei.” Então um anjo me trouxe mansamente a este mundo escuro. Algumas vezes penso que não mais posso permanecer aqui, a tristeza envolvia tudo que eu contemplava. todas as coisas da Terra parecem demasiado áridas. Sinto-me muito solitária aqui, pois vi uma Terra melhor. Oh! tivesse eu asas como a pomba, e voaria e estaria em descanso!

Oh! quão tenebroso me parecia este mundo! Chorei quando me achei aqui, e senti saudades. Eu vira um mundo melhor, que depreciara este para mim.

Relatei esta visão aos crentes em Portland, que creram plenamente provir de Deus. Todos achavam que Deus escolhera esse meio, depois do grande desapontamento de outubro, para consolar e fortalecer o Seu povo. O Espírito do Senhor acompanhava o testemunho e éramos impressionados com a transcendência da eternidade. Enchia-me um temor indizível de que, tão jovem e fraca, houvesse sido escolhida como instrumento pelo qual Deus outorgaria luz a Seu povo. Enquanto me achava sob o poder do Senhor, eu estava cheia de alegria, parecendo estar rodeada de santos anjos nas cortes gloriosas do Céu, onde tudo é paz e contentamento. Triste e amarga mudança foi o despertar-me para as realidades da vida mortal.

Primeiros Escritos páginas 13 à 20

Constelação de ÓRION – Ellen G White

Como uma jovem, em 1848, que NÃO tinha nenhuma noção de astronomia, fez um comentário científico sobre a constelação de ORION, quando na ocasição não existia nenhum observatório ? É no mínimo intrigante!

Muito legal esses vídeos eu coloqueis as cinco partes no mesmo post para facilitar.

“A 16 de dezembro de 1848, o Senhor me deu uma visão acerca do abalo das potestades do céu. (…) Nuvens negras e densas subiam e chocavam-se entre si. A atmosfera abriu-se e recuou; pudemos então olhar através do espaço aberto em Órion, donde vinha a voz de Deus. A santa cidade descerá por aquele espaço aberto”

(Vida e Ensinos, p. 110; Primeiros Escritos, p. 41).

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

VITÓRIA POR MEIO DAS DERROTAS

Em toda caminhada rumo à vitória há derrotas. É inevitável. Não se pode começar a ganhar na carreira profissional, por exemplo, um salário milionário como o primeiro salário; se isso acontecer é porque alguém, provavelmente parente, teve sua trilha de derrotas até se chegar na vitória e possibilitou tal oportunidade a esse.

Até mesmo a vida de grandes campeões é marcada por derrotas. A derrota da fadiga no princípio do treinamento, a derrota no início da carreira que ajuda a moldar suas atitudes futuras, revendo o que precisa ser melhorado e o que precisa ser mantido. Ainda na sua carreira, é a derrota que molda o vencedor. Há uma frase que resume o pensamento: só é possível conhecer o verdadeiro campeão após a derrota. É depois dela que o atleta demonstra sua determinação.

Não é diferente com o cristão. Ao longo de sua jornada ao lado de Cristo, muitas derrotas acontecem. Ninguém fica santificado no momento em que decide andar ao lado Dele, a santificação é um processo e não um ato.

É por meio das derrotas que o cristão consegue identificar suas fraquezas e com isso pedir o auxílio de Deus de maneira específica. Conhecendo seus pontos fracos o cristão pode passar mais longe de suas tentações, evitando assim perdas desnecessárias e galgando degraus rumo à vitória.

Com certa experiência, um pouco mais de maturidade espiritual, as derrotas diminuem, mas não desaparecem por completo e sempre será necessário lidar com as conseqüências dessas. Assim como foi com Davi um “homem segundo Seu coração” (I Samuel 13:14) que após anos de vitórias, já rei de Israel, teve uma grande derrota ao quebrar o sétimo mandamento, aquele que diz respeito ao adultério, o que gerou grandes conseqüências com as quais teve de arcar.

Exemplo notável é o do apóstolo Paulo que afirmou em Rm 7:15 “Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. É relevante que esse homem devoto de Cristo com tamanhos feitos na obra do Senhor nesse período, reparta com seus queridos suas derrotas.

Assim como o apóstolo, nosso objetivo é a vitória. Ninguém em sã consciência não a busca e prefere ficar em meio as derrotas. É duro o caminho da vitória, mas temos em Cristo nosso Senhor e Salvador. Aquele que já venceu por nós.

“…Graças a Deus que nos dá a vitória por nosso SENHOR Jesus Cristo” (1Cor. 15:57).

Maravilhosa vitória! Permite a nós manter a cabeça erguida mesmo em meio a derrotas passageiras para que permaneçamos firmes em busca dessa vitória de Cristo. Que em breve também afirmemos: “ Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. 2 Timóteo 4:7

Autor: Eduardo Teixeira

O QUE A BOCA DE DEUS FALA DE VOCÊ?

A fala humana é um sentido dotado de características marcantes. Poucas palavras, muitas palavras ou a falta delas podem servir tanto para a edificação quanto para a deterioração do caráter.

São necessários anos de boas palavras para a construção do caráter e apenas um instante de uso errado delas para destruir o que fora construído.

Durante nossas vidas somos assolados pelas palavras de alguns certas vezes. Podemos até mesmo machucar outros com nossas próprias, sem ou com intenção. Não é a toa que a Bíblia cita em diversas ocasiões o uso da língua.

Por exemplo:
“Até o tolo, quando se cala, é reputado por sábio; e o que cerra os seus lábios é tido por entendido.” Pv. 17:28

“Os sábios entesouram a sabedoria; mas a boca do tolo o aproxima da ruína.” Pv. 10:14

A língua tem poder sobre a vida e sobre a morte, os que gostam de usá-la comerão o seu fruto. Pv. 18.21

Cristãos ou não, falamos sempre muitas coisas no decorrer da vida, mas em certas ocasiões nossos dizeres não refletem nossas ações. Logo vem a mente aquele ditado tão popular e cada vez mais útil em meio a tantos relativismos, faça o que eu falo e não faça o que eu faço. Ou seja, você deve ter responsabilidade em ser íntegro e nada contraditório, pois eu já não sou. Porém para o cristão, o dito popular se usado e seguido a risca torna-se anátema, pois:

“Se alguém entre vós cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã”. Tiago 1:26

Interessante que a boca de Deus também fala, sua língua fala a nós ou de nós. O que será que falaria de nós?  Poderia ser dado um testemunho semelhante ao de Jó?

“HAVIA um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; e era este homem íntegro, reto e temente a Deus e desviava-se do mal.” Jó 1:1

O escritor do livro de Jó relata a vida do protagonista como sem igual em seus dias. Era o exemplo a ser seguido.

E atualmente, será que hoje Deus poderia abrir sua boca e dar um belo testemunho sobre o que nós temos feito?

Nossas palavras e atos devem estar em conformidade. Estão? Eles honram e glorificam a Deus?

Autor: Eduardo Teixeira

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